Tudo o que há no mundo, tudo o que somos, não passa de sombras! Somos apenas sonhos do Superno. Cada vez que o único sonha de seus sonhos surgem mundos diversos, povos diversos e muitas outras coisas maravilhosas e inimagináveis. Eis a gênese dos Deuses.
Certa feita o Superno sonhou um povo perfeito: Terrível e belo, poderoso e sábio. Sua terra chamavam de Avernion, esta terra era a mais bela jamias sonhada pelo Supremo, e nem mesmo os Jardins de Ecraniavia poderiam comparar-se a ela. Este povo diferente de todos os demais com os quais sonhara o Onipotente, entendeu o que eram e desejaram prolongar sua existência. Mas como fazê-lo?
Unindo-se em conselho conheceram que não havia meios de existirem independentes do Superno eram seus sonhos e quando Ele acordasse dissipar-se-iam para sempre no Éter. MAs então, quando já a assembléia se retirava derrotada, o que de todos eles era mais sagaz pediu a palavra:
"Ora, notai vós, isto: que pode fazer o Superno enquanto dorme? Não somos nós que mantemos o domínio e todo o poder enquanto Ele dorme? E por que então não fazemos que assim, no sono, Ele permaneça para sempre? O sonhos só se desfazem quando acordamos... cuidemos pois que ele não acorde de nós!"
Assim pensando, urdiram o plano, que quebrou a harmonia das coisas, pois deu ao sonho a permanência e fez-nos então partícipes deste vale de lágrimas que é o mundo dos homens e dos deuses. Escolheram duas jovens e cada um lhas deu parte de seu poder. E elas se foram ao mais interior da consciência do Supremo e ali desde então permanecem, cantando, uma durante o dia e a outra a noite, e seu canto embala o sono do Superno e não o deixa acordar.
Este povo, estes sonhos do Superno, que o mantém adormecido, os homens o conhecem como Deuses, pois estes os criaram e também o mundo em que habitam. Mas antes de criarem o homem lutaram entre si os povos do Avernion e antes que aprendessem a criar vida, aprenderam a ministrar a morte.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
O Início
Escrevo essas palavras no V ano de Sua Majestade, o Imperador Sírius VII, que me pediu que escrevesse a história dos minalistas e dos acronianos. Creio ser conveniente falar assim das origens do universo e do surgimento de nosso mundo para que fique claro a todos que é ao Superno e não aos arrogantes deuses que devemos a vida e tudo o mais.
Antes que tudo existisse, só havia o nada. O que muitos tem esquecido é que, ao final das contas, o nada é tudo em potencial, em outras palavras, nele já havia todas as coisas que depois vieram a existir. O que impedia as coisas de existirem era a falta de uma consciência, de uma racionalidade que pudesse criar e ordenar.
Em algum momento ela se fez. Uma centelha divina que veio preencher e dar sentido a todas as coisas: uma inteligência superior que veio a ser a primeira coisa a existir e tomou consciência de todas as demais coisas que através dela foram criadas.
Essa inteligência, essa força criativa que faz parte de tudo o que existe, existiu e que virá a existir nós o chamamos de o Superno. Todas as coisas vieram dele e voltarão a ele.
Antes que houvesse tempo, pois o tempo é uma criação dos homens, o Superno sonhava com mundos e povos, e dos seus sonhops criava-se a realidade. Diversas realidades, diversos mundos que nunca chegaremos a conhecer pois ao acordar o Superno, como os sonhos que eram, também esses mundos desapareciam.
Nós estamos no último sonho do Superno, um dia ele despertará e tudo o que conhecemos como sendo o nosso mundo voltará a consciência do Superno.O minalista anseia por voltar a reunir-se com o Superno, voltando a doce inconsciência e esquecendo as penas, problemas e desgraças deste mundo.
Passemos pois a saber como foi criado os deuses, o mundo e tudo o que há nele.
Antes que tudo existisse, só havia o nada. O que muitos tem esquecido é que, ao final das contas, o nada é tudo em potencial, em outras palavras, nele já havia todas as coisas que depois vieram a existir. O que impedia as coisas de existirem era a falta de uma consciência, de uma racionalidade que pudesse criar e ordenar.
Em algum momento ela se fez. Uma centelha divina que veio preencher e dar sentido a todas as coisas: uma inteligência superior que veio a ser a primeira coisa a existir e tomou consciência de todas as demais coisas que através dela foram criadas.
Essa inteligência, essa força criativa que faz parte de tudo o que existe, existiu e que virá a existir nós o chamamos de o Superno. Todas as coisas vieram dele e voltarão a ele.
Antes que houvesse tempo, pois o tempo é uma criação dos homens, o Superno sonhava com mundos e povos, e dos seus sonhops criava-se a realidade. Diversas realidades, diversos mundos que nunca chegaremos a conhecer pois ao acordar o Superno, como os sonhos que eram, também esses mundos desapareciam.
Nós estamos no último sonho do Superno, um dia ele despertará e tudo o que conhecemos como sendo o nosso mundo voltará a consciência do Superno.O minalista anseia por voltar a reunir-se com o Superno, voltando a doce inconsciência e esquecendo as penas, problemas e desgraças deste mundo.
Passemos pois a saber como foi criado os deuses, o mundo e tudo o que há nele.
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